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 Release
20/02/2017
Estudantes do Nordeste se preparam para a 23ª Competição Baja SAE BRASIL

Sete Estados nordestinos inscreveram equipes na competição, de 9 a 12 de março em São Paulo, este ano com duas equipes estreantes

São Paulo – Universitários de 14 instituições de ensino superior de sete Estados do Nordeste estão na reta final para a 23ª Competição Baja SAE BRASIL, de 9 a 12 de março, em São José dos Campos-SP. São 15 as equipes inscritas, quatro delas de Pernambuco, Estado vice-campeão na competição de 2016. Bahia e Rio Grande do Norte inscreveram três equipes cada um; Paraíba conta duas equipes e Maranhão e Piauí, uma equipe cada.

De âmbito nacional, a competição tem este ano, com 88 equipes inscritas e 1.836 estudantes de engenharia e professores (orientadores) de todas as regiões do Brasil, número recorde em sua história. Cada equipe trabalha no desenvolvimento e construção de um veículo off road (Baja SAE), que será submetido a avaliações estáticas e dinâmicas durante a competição. As três instituições de ensino que alcançarem as melhores pontuações na soma geral de todas as provas poderão representar o Brasil na Baja SAE Kansas, que será realizada de 25 a 28 de maio, em Pittsburgh, EUA.

Alagoas – Única representante do Estado, a equipe Bode Guerreiro Baja, da Faculdade Pitágoras (Maceió), apostou na otimização dos sistemas de tração e suspensão e também na redução de peso do protótipo. “Esperamos ficar entre os 20 primeiros colocados”, diz Tarcísio Dantas, capitão da equipe, que usou metodologias, como a FMEA (Failure Modes and, Effects Analysis) para identificar potenciais modos de falha e avaliar riscos no projeto do carro. “O projeto está mais produtivo e com custos reduzidos”, aponta Tarcísio.

Bahia – Veterana na Baja SAE BRASIL (participa desde 2001), a equipe Carpoeira Baja, da Universidade Federal da Bahia, investiu na redução de massa do protótipo OGUM, para ganhar velocidade. “Utilizamos PET na carenagem, substituindo o PVC, para dar um caráter sustentável ao projeto”, explica o capitão Lucas Calmon dos Santos, 28 anos, 4º semestre de engenharia mecânica. Para obter leveza, os componentes foram redimensionados. O consumo foi mapeado e a aerodinâmica otimizada.

Maranhão – Na expectativa de boa classificação a equipe Bumba Meu Baja, da Universidade Estadual do Maranhão, participa da competição pela 5ª vez. Para isso, desenvolveu nova estrutura para o chassi e remodelou a suspensão do carro, além apostar em nova caixa de transmissão e na eletrônica. O time, composto por 16 estudantes, usou tubos de aço cromo molibdênio, liga mais resistente que o aço-carbono que facilita construção de estruturas com menor espessura, mais leves, e chapas de alumínio. “Confiamos em nossas pesquisas e estamos testando o carro continuamente”, diz Heloyane Bezerra, 24 anos, estudante do 8º período, do curso engenharia mecânica.

Paraíba – Composta por 20 estudantes, a equipe Parahybaja, da Universidade Federal de Campina Grande, aponta como diferenciais do projeto a manobrabilidade e a robustez dos elementos da suspensão, além da eletrônica embarcada acompanhada de telemetria, botão de emergência no volante e comunicação via rádio entre equipe e piloto. “Melhoramos a geometria de suspensão e direção por meio de software CAD/CAE para reduzir esforços de esterçamento, garantir estabilidade dinâmica e conforto operacional”, detalha Fábio Kayk Ribeiro, 23 anos, 9º período de engenharia mecânica. A equipe também estuda solução para amenizar o efeito da vibração do motor no chassi do carro.

Pernambuco – Com 13 estudantes, a equipe Bajagreste, do Instituto Federal de Pernambuco, é estreante na competição nacional, mas participa da Etapa Nordeste desde 2014. “É importante e o aprendizado é grande, sem falar da troca de informações com estudantes de fora”, declara o capitão da equipe, Lucas Henrique, 22 anos, 9° período de engenharia mecânica. O protótipo foi totalmente modificado: o sistema de transmissão passou por redução linear de engrenagens de dentes retos para maior aceleração e agilidade do protótipo; o sistema de suspensão traseiro Swing Axle foi substituído pelo Semi Trailing Arm para maior altura do assoalho em relação ao solo e minimização de efeitos negativos do modelo anterior; o chassi teve a estrutura modificada para maior rigidez e adequação ao piloto. No quesito dirigibilidade, a distância entre eixos foi diminuída e a geometria de Ackerman otimizada.

O baja da equipe Corisco, da Universidade de Pernambuco, traz como diferenciais a suspensão swing axle, leve e de fácil construção; juntas universais projetadas pela equipe, GPS para aquisição de velocidade e mapeamento do trajeto; telemetria, sistema de armazenamento de dados com capacidade para 8 Gb e amortecedores pneumáticos reguláveis. A equipe usou tecnologia laser e acelerômetro na construção do carro para obter qualidade no corte de chapas; e telemetria para aferição de aceleração e velocidade, com equipamentos desenvolvidos pelos estudantes, entre outras tecnologias. O capitão Allan Rafael Santana, 22 anos, 8º período do curso de engenharia mecânica industrial, destaca a paixão pelo automobilismo e a vontade de aprender como as principais motivações da equipe, que espera alcançar a 8ª colocação em 2017.

Rio Grande do Norte – A equipe Cactus Baja, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, campus Mossoró (UFERSA), apostou na segurança e redução de peso do veículo, que teve o projeto redesenhado e carroceira construída em polipropileno cortado a laser, material de menor densidade, maior resistência ao impacto e de fácil moldagem, o que evita quebras na fixação. “Começamos a participar em 2012 com melhores resultados a cada ano, nosso objetivo é o pódio em 2017. Para isso trabalhamos até nas férias”, afirma o capitão Diego Gomes de Assis, aluno do 6º período do curso Ciência e Tecnologia.

Na competição nacional pela primeira vez, a equipe Caraubaja SAE, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, campus Caraúbas, traz um protótipo que considera resistente. “Esperamos cumprir todas as provas sem maiores danos ao veículo, nossa meta é conseguir classificação e participar de todas as provas, até o final do enduro”, diz a capitã Paula Rafaella.

Carros – Os veículos Baja SAE são protótipos de estrutura tubular em aço, monopostos, para uso fora de estrada, com quatro ou mais rodas e motor padrão de 10 HP, que devem ser capazes de transportar pilotos com até 1,90 m de altura, pesando até 113,4 kg. Os sistemas de suspensão, transmissão e freios, assim como o próprio chassi, são projetados e construídos pelas equipes, que têm, ainda, a tarefa de buscar patrocínio para viabilizar o projeto.

“As competições estudantis da SAE BRASIL motivam os jovens à carreira de engenharia e lançam desafios encontrados na vida profissional que lhes possibilitam aplicar na prática o conhecimento acadêmico adquirido na sala de aula”, analisa Mauro Correia, presidente da SAE BRASIL.


23ª Competição Baja SAE BRASIL - 9 a 12 de março de 2017 - Av. Cesare Monsueto Giulio Lattes, s/n, Eugenio de Melo, São José dos Campos, ao lado da Fatec

PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR

Dia 9 - 12h30 às 19h – Abastecimento, inspeções técnicas, re-check das inspeções técnicas e verificações de motor, conforto e freios.

Dia 10 – 9h às 19h – Abastecimento, inspeções técnicas, re-check das inspeções técnicas e verificações de motor, conforto e freios. 9h30 às 19h – Primeira fase de apresentação de projetos.

Dia 11 – 9h às 11h – Primeira fase de apresentação de projetos. 11h30 às 16h – Provas dinâmicas (capacidade de tração, aceleração e velocidade máxima, e “suspension and traction”) e repescagem de segurança. 11h30 às 17h30 – Repescagem de conforto. 11h30 às 18h30 – Repescagem de freios. 16h20 às 19h – Finais de apresentação de projetos. 19h – Briefing com pilotos.

Dia 12 – 9h15 – Formação da largada. 10h às 14h – Enduro de resistência. 15h – Encerramento



Equipes inscritas na 23ª Competição Baja SAE BRASIL

Total: 88 equipes inscritas • 18 Estados mais DF • 81 instituições de ensino
(em 2016 foram 74 equipes inscritas • 19 Estados mais DF • 68 instituições de ensino)


CENTRO-OESTE (2 Estados + DF – 5 equipes – 4 instituições)
Distrito Federal (1 equipe / 1 instituição)
Carro 33 - Equipe Piratas do Cerrado - Universidade de Brasília

Mato Grosso (1 equipe / 1 instituição)
Carro 62 – Equipe Bajacaré - Universidade Federal de Mato Grosso

Mato Grosso do Sul (3 equipes / 2 instituições)
Carro 25 – Equipe Baja Guaicurus - Universidade Federal da Grande Dourados
Carro 26 – Equipe BaGD - Universidade Federal da Grande Dourados
Carro 88 – Equipe Javalis Baja UCDB - Universidade Católica Dom Bosco


NORDESTE (7 Estados – 15 equipes – 14 instituições)
Alagoas (1 equipe / 1 instituição)
Carro 61 – Equipe Bode Guerreiro Baja - Faculdade Pitagoras Maceió

Bahia (3 equipes/ 3 instituições)
Carro 21 - Equipe Carpoeira Baja - Universidade Federal Da Bahia
Carro 70 - Equipe Äkupã - Universidade Salvador
Carro 75 - Equipe Baajatinga - Universidade Federal do Vale do São Francisco

Maranhão (1 equipe / 1 instituição)
Carro 46 – Equipe Bumba Meu Baja - Universidade Estadual do Maranhão

Paraíba (2 equipes/ 2 instituições)
Carro 32 – Equipe UFPBaja Inebriável - Universidade Federal da Paraíba
Carro 48 – Equipe Paraybaja - Universidade Federal de Campina Grande

Pernambuco (4 equipes/ 3 instituições)
Carro 3 – Equipe Mangue Baja 2 - Universidade Federal de Pernambuco
Carro 4 – Equipe Mangue Baja 1- Universidade Federal de Pernambuco
Carro 54 – Equipe Corisco - Universidade de Pernambuco
Carro 66 – Equipe Bajagreste - Instituto Federal de Pernambuco

Piauí (1 equipe/ 1 instituição)
Carro 53 – Equipe IFPI Baja SAE – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí

Rio Grande do Norte (3 equipes/ 3 instituições)
Carro 11 – Equipe Car-kará - Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Carro 15 – Equipe Cactus Baja - Universidade Federal Rural do Semi-Árido - Mossoró
Carro 82 – Equipe Caraubaja SAE - Universidade Federal Rural do Semi-Árido - Caraubas


NORTE (2 Estados – 3 equipes – 3 instituições)
Amazonas (1 equipe/ 1 instituição)
Carro 59 – Equipe Baja UEA – Universidade do Estado do Amazonas

Pará (2 equipes / 2 instituições)
Carro 63 – Equipe Baja Tucuruí - Universidade Federal do Pará
Carro 83 - Jambu Racing - Estácio de Belém


SUDESTE (4 Estados – 50 equipes – 45 instituições)
Estado de São Paulo (25 equipes/ 21 instituições)

Grande São Paulo – (15 equipes / 12 instituições)
Carro 1 – Equipe FEI Baja 02 - Centro Universitário da FEI
Carro 2 – Equipe FEI Baja 01 - Centro Universitário da FEI
Carro 6 – Equipe Poli Atlas - Escola Politécnica da USP
Carro 7 – Equipe Poli Cronos - Escola Politécnica da USP
Carro 20 – Equipe ITA Baja - Instituto Tecnológico de Aeronáutica
Carro 30 – Equipe Genau Baja - UFSCar Universidade Federal de São Carlos
Carro 35 – Equipe Baja UFABC - Fundação Universidade Federal do ABC
Carro 37 – Equipe BAJA Mauá 1 - Instituto Mauá de Tecnologia
Carro 38 – Equipe BAJA Maua 2 - Instituto Mauá de Tecnologia
Carro 45 – Equipe Fatecnólogos - Faculdade de Tecnologia de São Paulo
Carro 49 – Equipe FhoBaja - Fundação Hermínio Ometto
Carro 50 – Equipe Bajiganga - Universidade São Judas Tadeu
Carro 60 – Equipe Mack Gear - Instituto Presbiteriano Mackenzie
Carro 72 – Equipe Baja SAE Clarengex - Ação Educacional Claretiana
Carro 76 – Equipe Celeritas - Centro Universitário Salesiano de São Paulo

São Paulo / Interior – (10 equipes / 09 instituições)
Carro 17 - Equipe EESC USP 1 - Escola de Engenharia de São Carlos
Carro 18 - Equipe - EESC USP 2 - Escola de Engenharia de São Carlos
Carro 19 - Equipe - UNICAMP Baja SAE - Universidade Estadual de Campinas
Carro 31 - Equipe - EEP Baja - Escola de Engenharia de Piracicaba
Carro 51 - Equipe - PAC BAJA - Universidade Estadual Paulista - Bauru
Carro 55 - Equipe -Tec Ilha Baja - Universidade Estadual Paulista - Ilha Solteira
Carro 56 - Equipe - Piratas do Vale - Universidade Estadual Paulista - Guaratinguetá
Carro 57 - Equipe - Baja Mud Racing – Facens - Faculdade de Engenharia de Sorocaba
Carro 86 – Equipe TURUNA - Faculdade de Tecnologia de São José dos Campos
Carro 87 – Equipe UNIFEB - Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos

Minas Gerais (12 equipes/ 12 instituições)
Carro 5 – Equipe Baja UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais
Carro 9 – Equipe Komiketo Baja – UFSJ - Universidade Federal de São João del Rei
Carro 22 - Equipe Zebu Baja - Universidade Federal do Triângulo Mineiro
Carro 34 - Equipe Saci - Universidade Federal de Itajubá – Itajubá
Carro 39 - Equipe UFV Baja Pererecas - Universidade Federal de Viçosa - UFV
Carro 44 - Equipe Cefast Baja SAE - Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais
Carro 65 - Equipe Camaleão - Centro Universitário Newton Paiva
Carro 67 - Equipe Espinhaço - Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
Carro 68 - Equipe Rampage Baja – UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora
Carro 71 - Equipe PUC-Minas Baja Racing Team - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
Carro 81 - Equipe Mountain Baja - Universidade Federal de Itajubá - Itabira
Carro 85 - Equipe Cerrado de Baja SAE - Universidade Federal de Uberlândia

Rio de Janeiro (9 equipes/ 8 instituições)
Carro 23 – Equipe Mud Runner 2 - Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio de Janeiro
Carro 24 – Equipe Mud Runner 1 - Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio de Janeiro
Carro 27 – Equipe Minerva Baja - Universidade Federal do Rio de Janeiro
Carro 28 – Equipe UFF Baja - Universidade Federal Fluminense - Volta Redonda
Carro 40 – Equipe Tuffão Baja SAE - Universidade Federal Fluminense – Niterói
Carro 42 – Equipe Ali Babaja - Universidade Federal do Rio De Janeiro - Macaé
Carro 47 – Equipe Reptiles - Pontifícia Universidade Católica
Carro 52 – Equipe Caledônia Racing Baja SAE - Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Carro 80 – Equipe Ucam Baja - Universidade Candido Mendes

Espírito Santo (3 equipes/ 3 instituições)
Carro 13 – Equipe Vitória Baja - Universidade Federal do Espírito Santo
Carro 36 – Equipe FAESA Baja - Faculdades Integradas Espírito - Santenses
Carro 43 – Equipe SamaBAJA - Instituto Federal do Espírito Santo



SUL (3 Estados – 15 equipes – 15 instituições)

Santa Catarina (3 equipes / 3 instituições)
Carro 8 – Equipe UDESC Velociraptor Baja SAE - Universidade do Estado de Santa Catarina
Carro 10 – Equipe UFSC Baja SAE - Universidade Federal de Santa Catarina
Carro 73 – Equipe Unibaja Univille - Universidade da Região de Joinville


Rio Grande do Sul (4 equipes / 4 instituições)
Carro 12 – Equipe Baja de Galpão – UNISC Universidade de Santa Cruz do Sul
Carro 16 – Equipe Mas Baja Tchê - Fundação Universidade De Passo Fundo
Carro 58 – Equipe Bombaja UFSM- Universidade Federal de Santa Maria
Carro 69 – Equipe URI BAJA - Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões


Paraná (7 equipes / 7 instituições)
Carro 14 – Equipe UFPR Baja SAE Universidade Federal do Paraná
Carro 29 – Equipe Imperador Baja SAE - Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Curitiba
Carro 41- Equipe - ProcoBaja - Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Cornélio Procópio
Carro 74 – Equipe Pato BAJA - Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Pato Branco
Carro 77 – Equipe Londribaja - Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Londrina
Carro 78 – Equipe Gralha Azul - Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Ponta Grossa
Carro 79 – Equipe Baja Cataratas - Universidade Estadual Do Oeste Do Paraná - Unioeste





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Protótipo OGUM, da veterana equipe baiana Carpoeira Baja, usa PET na carenagem
Equipe Cactus Baja, da Federal Rural do Semi-Árido campus Mossoró, testa protótipo 2017
Equipe Bajagreste, do Instituto Federal de Pernambuco, estreia este ano
Equipe Parahybaja, da Federal de Campina Grande, apostou na manobrabilidade do protótipo
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A SAE BRASIL é uma associação sem fins lucrativos que congrega engenheiros, técnicos e executivos unidos pela missão comum de disseminar técnicas e conhecimentos relativos à tecnologia da mobilidade em suas variadas formas: terrestre, marítima e aeroespacial.
A SAE BRASIL foi fundada em 1991 por executivos dos segmentos automotivo e aeroespacial, conscientes da necessidade de se abrir as fronteiras do conhecimento para os profissionais brasileiros da mobilidade, em face da integração do País ao processo de globalização da economia, ora em seu início, naquele período. Desde então a SAE BRASIL tem experimentado extraordinário crescimento, totalizando mais de 6 mil associados e 10 seções regionais distribuídas desde o Nordeste até o extremo Sul do Brasil, constituindo-se hoje na mais importante sociedade de engenharia da mobilidade do País.
A SAE BRASIL é filiada à SAE INTERNATIONAL, associação com os mesmos fins e objetivos, fundada em 1905, nos EUA, por líderes de grande visão da indústria automotiva e da então nascente indústria aeronáutica, dentre os quais se destacam Henry Ford, Orville Wright e Thomas Edison, e tem se constituído, ao longo de mais de um século de existência, em uma das principais fontes de normas, padrões e conhecimento relativos aos setores automotivo e aeroespacial em todo o mundo, com mais de 35 mil normas geradas e mais de 138 mil sócios distribuídos por cerca de 100 países.

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