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 Release
12/09/2016
Com 17 aviões, universitários mineiros disputam Competição SAE BRASIL AeroDesign

Competição de engenharia reunirá mais de 1.000 universitários do Brasil (18 Estados e DF) e do Exterior (México, Polônia e Venezuela), entre 3 e 6 de novembro, em São José Campos/SP

Mais de 190 universitários de Minas Gerais fazem os últimos acertos em 17 aviões radiocontrolados, que foram projetados e construídos dentro de suas instituições de ensino superior. O objetivo é superar os desafios e voar alto na 18ª Competição SAE BRASIL AeroDesign, que será realizada entre 3 e 6 novembro, no DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), em São José dos Campos (SP).

As 17 equipes mineiras integram as 95 inscritas nesta edição, sendo 88 brasileiras e sete estrangeiras. No total, mais de 1,3 mil participantes – entre estudantes, professores orientadores e pilotos – representarão 77 instituições de ensino superior do Brasil (18 Estados e Distrito Federal) e do Exterior (México, Polônia e Venezuela).

Ao todo se inscreveram 22 equipes de São Paulo, 17 de Minas Gerais e sete do Rio Grande do Sul. Rio de Janeiro e Paraná serão representados por seis cada. Santa Catarina possui cinco equipes. Rio Grande do Norte aparece com quatro. Pernambuco e Distrito Federal têm três equipes cada. Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso e Paraíba, com duas. Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí e Sergipe estão com uma equipe cada. Entre as estrangeiras, há quatro equipes da Venezuela, duas do México e uma da Polônia.

BELO HORIZONTE – 13ª colocada no ano passado, a equipe Cefast Aerodesign, formada por 15 estudantes do Centro Federal Tecnológico de Minas Gerais (CEFET-MG), investiu em aeronave com elevada capacidade de carga. Inscrito na Classe Regular, o protótipo possui asa alta, empenagem horizontal móvel, empenagem vertical em configuração dupla, trem de pouso triciclo e motor ASP, capaz de transportar 15 kg em aço SAE 1020. “Utilizamos materiais compósitos como fibra de carbono e aramida, alumínio de alta resistência e madeira balsa em razão da alta relação resistência e massa”, diz Fabrício Augusto Santos, 23, estudante do 7º período de Engenharia Mecânica e capitão da equipe, que se sagrou campeã mundial na SAE Aerodesign East Competition, realizada no Texas, EUA, em 2010.

SÃO JOÃO DEL REI – Construir uma aeronave eficiente e de custo reduzido, capaz de cumprir as baterias de voo com segurança foi o objetivo da equipe Noizavua AeroDesign, composta por 10 estudantes da Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ), que obteve a 18ª posição no ano passado. Inscrita na Classe Micro, a equipe desenvolveu monoplano de asa alta e reto-trapezoidal, trem de pouso triciclo, motor tractor e empenagem de configuração considerada inovadora. “Utilizamos um estabilizador horizontal totalmente móvel sem uso de profundor e elevamos a empenagem para escoamento favorável nas superfícies”, conta Vitor Souto, 22, estudante do 10º período de Engenharia Mecatrônica e capitão da equipe. Capaz de atingir velocidade de 24 m/s e alijar carga de 1,5 kg em areia, a aeronave foi construída a partir de materiais como fibra de carbono, madeira balsa, resina epóxi e nylon em função de disponibilidade, baixo peso e resistência satisfatória.

ITAJUBÁ – Inscrita na Classe Regular, a equipe L.O.T.S. AeroDesign, da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), focou em confiabilidade o desenvolvimento da aeronave, que possui asa reta, empenagem de dois lemes e trem de pouso triciclo, capaz de transportar 10 kg em chapas de aço e alcançar a velocidade de 35 m/s. “Optamos por um projeto mais confiável porque o nosso objetivo é adquirir mais experiência para os próximos anos”, diz Thalles Ribeiro, estudante do oitavo período de Engenharia Elétrica e capitão da equipe de 15 estudantes, que participa pela segunda vez da competição. Entre as inovações, Ribeiro destaca o design do avião, considerado mais robusto e resistente, que confere maior segurança ao compartimento de carga. “Utilizamos fibra de carbono por ser leve e resistente, além de madeira balsa, que é de comum uso na área”, conta o capitão da equipe, que ficou na 46ª posição em 2015.

De Minas Gerais ainda participarão as equipes Apollo, da Faculdade Pitágoras; Flying Priest, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG); Microraptor, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF); Uai, Sô! Fly!!! e Uai, Sô! Fly!!! Kids, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); 12 Bis, da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP); Trem Ki Voa Micro, da Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ); Acauã e Skywards AeroDesign, da Universidade Federal de Viçosa (UFV); Aerovale, da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM); Tucano e Tucano Micro, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU); e Uirá e Uirá Micro, da UNIFEI.

Aeronaves – Para estimular a criatividade das equipes, o Comitê Técnico apresentou este ano novos desafios para as três categorias de aeronaves. Na Classe Regular, pela primeira vez, os aviões deverão ter dimensões compatíveis com o espaço definido por um cone com base de 2,5 metros de diâmetro e altura de 75 centímetros. Além disso, as aeronaves estão liberadas para transportar como carga útil materiais de quaisquer tipo e dimensões – exceto chumbo. A categoria segue restrita a aeronaves monomotores.

Na Classe Advanced, os aviões deverão apresentar aumento do conteúdo de eletrônica embarcada. Além do tempo de voo, os sistemas a bordo deverão computar a velocidade. Cai por terra a restrição de peso vazio, mas, quando carregadas, as aeronaves não deverão exceder 35 Kg. Permanecem de livre escolha o tipo de propulsão (combustão ou elétrica) e o número de motores, assim como deixa de existir a limitação de máxima cilindrada para o grupo motopropulsor. Em contrapartida, a área total das hélices não poderá ultrapassar 0,052 m². Como na Classe Regular, as aeronaves também poderão transportar como carga útil materiais de quaisquer tipo e dimensões – exceto chumbo.

Na Classe Micro, bolas de tênis não são mais obrigatórias e as aeronaves poderão transportar como carga útil materiais de quaisquer tipo e dimensões – exceto chumbo. Outra novidade é a possibilidade de alijar a carga durante os voos – ganharão pontuação adicional as equipes que conseguirem realizar alijamentos com sucesso. Nesta categoria não há restrição de geometria ou número de motores – todos elétricos – porém, a partir de agora, as equipes deverão ser capazes de desmontar o avião depois de voo, e transportá-lo desmontado em caixa de volume de 0,1 m³.

Provas – Na Competição SAE BRASIL AeroDesign, as avaliações são realizadas em duas etapas: Competição de Projeto e Competição de Voo, conforme regulamento. Ao final do evento, duas equipes da Classe Regular, uma da Advanced e uma da Classe Micro, que obtiverem as melhores as pontuações, ganharão o direito de representar o Brasil na SAE Aerodesign East Competition, em 2017, nos EUA, onde equipes brasileiras acumulam histórico expressivo de participações: oito primeiros lugares na Classe Regular, quatro na Classe Advanced e um na Classe Micro. A SAE Aerodesign East Competition é realizada pela SAE International, da qual a SAE BRASIL é afiliada.

Organizado pela Seção Regional São José dos Campos, da SAE BRASIL, o Projeto AeroDesign é um programa de fins educacionais que tem como principal objetivo propiciar a difusão e o intercâmbio de técnicas e conhecimentos de engenharia aeronáutica entre estudantes e futuros profissionais da engenharia da mobilidade, por meio de aplicações práticas e da competição entre equipes, formadas por estudantes de graduação e pós-graduação de Engenharia, Física e Tecnologia relacionada à mobilidade.

Reconhecida pelo Ministério da Educação, a competição recebe o patrocínio do Grupo Airbus, Altair, Boeing, Embraer, GE, Honeywell, Parker, Rolls-Royce, Saab e United Technologies. Também conta com o apoio das instituições ADC Embraer, DCTA, ITA, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e Prefeitura de São José dos Campos. “As competições de engenharia dos programas estudantis da SAE BRASIL são um desafio e tanto para os futuros engenheiros, que passam pelo rigoroso crivo de especialistas em provas de resistência aplicadas a veículos criados por eles, e não raro são observados por olheiros de empresas interessadas em contratar talentos”, destaca Frank Sowade, presidente da SAE BRASIL.


18ª Competição SAE BRASIL AeroDesign
Dia 3 – das 8h30 às 17h – solenidade de abertura, showroom dos projetos e apresentações orais das equipes no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) – Prédio de Eletrônica e Computação.
Dias 4, 5 e 6 – das 7h30 às 18h – Competição de voo no Aeroporto do DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial) – aberta ao público. Entrada pela avenida Faria Lima, ao lado do MAB, em São José dos Campos/ SP.



18ª Competição SAE BRASIL AeroDesign
3 a 6 de novembro
Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) – São José dos Campos/ SP

Total de equipes inscritas = 95
№ estrangeiras = 7
№ de equipes brasileiras: 88
№ de instituições de ensino: 77
№ médio de estudantes inscritos: 1.000
№ equipes: Classe Micro: 25 / Classe Regular: 60 / Classe Advanced: 10


SUL

Paraná (6 equipes / 6 instituições)

FAG – Fundação Assis Gurgacz – equipe Pegasus AeroDesign (avião 57)
PUCPR – Pontifícia Universidade Católica do Paraná – equipe Aerocária (avião 59)
UFPR – Universidade Federal do Paraná – equipe Burning Goose (avião 43)
UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná (campus Curitiba) – equipe Acalantis (avião 48)
UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná (campus Cornélio Procópio) – equipe Abutres (avião 221)
UNIOESTE – Universidade Estadual do Oeste do Paraná – equipe AeroCataratas (avião 41)

Rio Grande do Sul (7 equipes / 5 instituições)
Faculdade Horizontina – equipe MasBáh Aerodesign (equipe 49)
UPF – Fundação Universidade de Passo Fundo – equipe Aerocócus UPF (avião 32)
UFSM – Universidade Federal de Santa Maria – equipes Carancho AeroDesign (avião 30) e Carancho Micro (avião 208)
UNISC – Universidade de Santa Cruz do Sul – equipes Kamikase (avião 22) e Kamikase Micro (avião 207)
UNIPAMPA – Universidade Federal do Pampa – equipe Aeropampa Micro (avião 219)

Santa Catarina (5 equipes / 3 instituições)
FASATC – Faculdade SATC – equipe AeroSATC (avião 34)
UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina – equipes Albatroz AeroDesign (avião 17) e Albatroz Aerodesign Micro (avião 203)
UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina – equipes Céu Azul Regular (avião 19) e Céu Azul Advanced (avião 103)


SUDESTE

Espírito Santo (2 equipes / 2 instituições)

UFES – Universidade Federal do Espírito Santo – equipe Aero Vitória Espírito Santo (avião 8)
IFES – Instituto Federal do Espírito Santo – equipe Fam AeroDesign (avião 46)

Minas Gerais (17 equipes / 13 instituições)
CEFET-MG – Centro Federal Tecnológico de Minas Gerais – equipe Cefast Aerodesign (avião 12)
Faculdade Pitágoras (campus Uberlândia) – equipe Apollo (avião 50)
PUCMG – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – equipe Flying Priest (avião 60)
UFJF – Universidade Federal de Juiz de Fora – equipe Microraptor (avião 211)
UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais – equipes Uai, Sô! Fly!!! (avião 4) e Uai, Sô! Fly!!! Kids (avião 223)
UFOP – Universidade Federal de Ouro Preto – equipe 12 Bis (avião 37)
UFSJ – Universidade Federal de São João Del Rei (campus Santo Antonio) – equipe Trem Ki Voa Micro (avião 205)
UFSJ – Universidade Federal de São João Del Rei (campus Ouro Branco) – equipe Noizavua AeroDesign (avião 214)
UFV – Universidade Federal de Viçosa (campus Florestal) – equipes Acauã (avião 33)
UFV – Universidade Federal de Viçosa (campus Viçosa) – equipe Skywards AeroDesign (avião 38)
UFVJM – Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – equipe Aerovale (avião 54)
UFU – Universidade Federal de Uberlândia – equipes Tucano (avião 6) e Tucano Micro (avião 202)
UNIFEI – Universidade Federal de Itajubá – equipes L.O.T.S. AeroDesign (avião 36), Uirá (avião 5) e Uirá Micro (avião 206)

Rio de Janeiro (6 equipes / 5 instituições)
CEFET-RJ – Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – equipe Venturi AeroDesign (avião 105)
IME – Instituto Militar de Engenharia – equipe Zéfiro (avião 21)
PUC-RIO – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – equipes AeroRio Regular (avião 15) e AeroRio Advanced (avião 104)
UFF – Universidade Federal Fluminense – equipe Blackbird (avião 13)
UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro – equipe Minerva AeroDesign (avião 16)

São Paulo (22 equipes / 18 instituições)

Grande São Paulo (7 equipes / 6 instituições)

Centro Universitário da FEI – equipes FEI Regular (avião 3) e FEI Micro (225)
Instituto Mauá de Tecnologia – equipe Obelix (avião 106)
POLI USP – Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – equipe Keep Flying (avião 7)
UAM – Universidade Anhembi Morumbi – equipe Aeroduca (avião 35)
UFABC – Universidade Federal do ABC – equipe Harpia AeroDesign UFABC (avião 31)
UNINOVE – Universidade Nove de Julho – equipe Ícaro (avião 42)

Interior de São Paulo (15 equipes / 12 instituições)
ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica – equipe Leviatã (avião 101)
EEL USP – Escola de Engenharia de Lorena da Universidade de São Paulo – equipe AeroEEL (avião 53)
EESC USP – Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo – equipes EESC-USP Alpha (avião 1), EESC-USP Bravo (avião 201) e EESC-USP Charlie (avião 108)
FACENS – Faculdade de Engenharia de Sorocaba – equipe Falcons AeroDesign (avião 47)
FATEC – Faculdade de Tecnologia (campus São José dos Campos) – equipe Fatecnautas (avião 55)
IFSP – Instituto Federal de São Paulo (campus Salto) – equipe Taperá Baby (avião 210)
UFSCAR – Universidade Federal de São Carlos – equipe UFSCar Dragão Branco (avião 25)
UNESP – Universidade Estadual Paulista (campus Bauru) – equipe Canarinho Advanced (avião 109)
UNESP – Universidade Estadual Paulista (campus Guaratinguetá) – equipe Aerofeg (avião 2)
UNIARARAS – Centro Universitário Hermínio Ometto – equipe Iuna AeroDesign (avião 44)
UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas – equipes Urubus AeroDesign (avião 20) e Urubus Micro (avião 218)
UNISAL – Centro Universitário Salesiano de São Paulo – equipe AeroUnisal (avião 29)


CENTRO-OESTE

Distrito Federal (3 equipes / 2 instituições)

UnB – Universidade de Brasília – equipes Draco Volans (avião 14) e Mamutes do Cerrado (avião 217)
UNIP-DF – Universidade Paulista do Distrito Federal – equipe Antonov (avião 209)

Goiás (1 equipe / 1 instituição)
UFGO – Universidade Federal de Goiás – equipe Aerodactyl (avião 52)

Mato Grosso (2 equipes / 1 instituição)
UFMT – Universidade Federal de Mato Grosso – equipes AeroDesign UFMT Regular (avião 10) e AeroDesign UFMT Micro (avião 213)

Mato Grosso do Sul (1 equipe / 1 instituição)
UCDB – Universidade Católica Dom Bosco – equipe Tuiuiú (avião 58)


NORDESTE

Bahia (2 equipes / 2 instituições)

UFB – Universidade Federal da Bahia – equipe Axé Fly (avião 9)
UNIVASF – Universidade Federal do Vale do São Francisco – equipe F-Carranca (avião 11)

Maranhão (2 equipes / 2 instituições)
Faculdade Pitágoras – equipe AeroBeetle (avião 51)
UEMA – Universidade Estadual do Maranhão – equipe Zeus (avião 24)

Paraíba (2 equipes / 1 instituição)
UFCG – Universidade Federal de Campina Grande – equipes Parahyasas (avião 23) e Parahyasas Micro (avião 212)

Pernambuco (3 equipes / 3 instituições)
IFPE - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco – equipe Hórus AeroDesign (avião 56)
UFPE – Universidade Federal de Pernambuco – equipe Mandacaru AeroDesign (avião 107)
UPE – Universidade de Pernambuco – equipe Tenpest Aerodesign UPE (avião 216)

Piauí (1 equipe / 1 instituição)
IFPI – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí – equipe Sol do Equador (avião 28)

Rio Grande do Norte (4 equipes / 3 instituições)
Faculdade Maurício de Nassau – equipe MNAF AeroDesign (avião 224)
UFERSA – Universidade Federal Rural do Semi-Árido – equipe Acceptor AeroDesign (avião 26)
UFRN – Universidade Federal do Rio Grande do Norte – equipes Car-Kará Advanced (avião 102) e Car-Kará Micro (avião 204)

Sergipe (1 equipe / 1 instituição)
UFS – Universidade Federal de Sergipe – equipe Araras AeroDesign (avião 215)


NORTE

Pará (1 equipe / 1 instituição)

UFPA – Universidade Federal do Pará – equipe Uirapuru (avião 220)


EXTERIOR

Polônia (1 equipe / 1 instituição)

Wroclaw University of Technology – equipe JetStream (avião 110)

México (2 equipes / 2 instituições)
ESIME UP Ticomán – equipe Kukulcán (avião 27)
Universidad Aeronautica en Queretaro – equipe U-Fly AeroDesign (avião 45)

Venezuela (4 equipes / 3 instituições)
TBD – equipe AeroVenezuela (avião 40)
USB – Universidad Simón Bolívar – equipes AeroDesign SAE USB (avião 18) e AeroDesign SAE USB Micro (avião 222)
UCV – Universidad Central de Venezuela – equipe AeroUCV (avião 39)




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Equipe Noizavua, de São João Del Rei
Protótipo construído pela equipe L.O.T.S, de Itajubá
 Perfil da empresa

A SAE BRASIL é uma associação sem fins lucrativos que congrega engenheiros, técnicos e executivos unidos pela missão comum de disseminar técnicas e conhecimentos relativos à tecnologia da mobilidade em suas variadas formas: terrestre, marítima e aeroespacial.
A SAE BRASIL foi fundada em 1991 por executivos dos segmentos automotivo e aeroespacial, conscientes da necessidade de se abrir as fronteiras do conhecimento para os profissionais brasileiros da mobilidade, em face da integração do País ao processo de globalização da economia, ora em seu início, naquele período. Desde então a SAE BRASIL tem experimentado extraordinário crescimento, totalizando mais de 6 mil associados e 10 seções regionais distribuídas desde o Nordeste até o extremo Sul do Brasil, constituindo-se hoje na mais importante sociedade de engenharia da mobilidade do País.
A SAE BRASIL é filiada à SAE INTERNATIONAL, associação com os mesmos fins e objetivos, fundada em 1905, nos EUA, por líderes de grande visão da indústria automotiva e da então nascente indústria aeronáutica, dentre os quais se destacam Henry Ford, Orville Wright e Thomas Edison, e tem se constituído, ao longo de mais de um século de existência, em uma das principais fontes de normas, padrões e conhecimento relativos aos setores automotivo e aeroespacial em todo o mundo, com mais de 35 mil normas geradas e mais de 138 mil sócios distribuídos por cerca de 100 países.

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