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 Release
06/03/2012
Tentativa e erro na indústria automotiva

J. G. Buchaim*

Ninguém disse que é fácil, mas também não é difícil. É trabalhoso, pois requer atenção aos detalhes. Por isso, a metodologia Seis Sigma funciona. Muito mais do que aquela usada no início da Revolução Industrial, chamada de Tentativa e Erro, lembra-se?

Criado nos anos 1980 pela Motorola, o Seis Sigma é uma metodologia que utiliza uma série de ferramentas da qualidade, tendo como base dados estatísticos e pessoas extremamente familiarizadas com essas ferramentas, com objetivo comum: reduzir o número de defeitos para 3,4 PPM (partes por milhão), ou 99,99966% de rendimento.

Alguns dizem que isso é quase impossível, mas se na Motorola dos anos 1980 houve sucesso, por que não haver agora, na segunda década do século 21, quando dispomos de mais recursos tecnológicos, equipamentos e processadores mais velozes, e softwares especialmente desenhados para isso?

A tecnologia evoluiu e a mentalidade humana também, porém não na mesma velocidade. Aplicar a Metodologia Seis Sigma na indústria automotiva é trabalhoso e requer mudanças de cultura, pois, com um objetivo assim tão apertado, é preciso atenção aos detalhes. Muita atenção.

O pensamento Seis Sigma evoluiu no tempo e atualmente se tem uma visão mais abrangente de negócios e satisfação do cliente, buscando-se oportunidades de ganhos. Não se procura apenas melhorar Qualidade e Produtividade, mas globalmente aumento de lucratividade.

Por isso nós, do IQA – Instituto da Qualidade Automotiva, tomamos agora esta iniciativa de ampliar a oferta de treinamentos com a introdução da metodologia Seis Sigma. Somos especializados no setor automotivo e isso nos permite enxergar além das necessidades básicas das indústrias do setor. Imaginem obter o Seis Sigma em toda a cadeia produtiva de uma autopeça que envolve quatro ou cinco processos?

Os recursos tecnológicos estão disponíveis para qualquer um. O que ensinamos neste treinamento é enxergar de forma aprimorada os indicadores que revelam onde os processos podem ser melhorados. Numa cultura de qualidade contínua, todo e qualquer processo pode ser melhorado, por mais que este se apresente satisfatório na atualidade.

Os agentes de toda essa melhoria são as pessoas, que ao receber o treinamento em Seis Sigma se tornam experts, separadas por categorias: Green Belts (primeiro estágio) ou Black Belts (segundo estágio), e posteriormente estes últimos podem se tornar Master Black Belts. É importante ressaltar que não é necessário ser Green Belt para se formar Black Belt, porém é interessante que o Black Belt conheça as atividades de um Green Belt.

Nesta hierarquia de experiências, o Green Belt é o homem de frente, sendo que o desejável é que cada setor da empresa tenha pelo menos um, pois o Green Belt trata de melhorias na área onde tem experiência, e com a formação na filosofia e metodologia Seis Sigma, ficará atento a oportunidades de melhoria por todo o tempo. O curso ensina as técnicas e treina os Green Belts no uso da metodologia DMAIC (Define, Measure, Analyse, Improve, Control), criada para melhorar processos já existentes, e devem poder completar a fase de Medição e executar boa parte da fase de Análise do DMAIC.

Já o treinamento de Black Belts prepara os participantes para receberem sólida formação nas técnicas da Metodologia Seis Sigma para aplicá-las em projetos mais complexos e ajudar os Green Belts em suas dificuldades.

Os Black Belts são responsáveis pela liderança na execução de projetos de maior abrangência, podendo dividi-los em subprojetos para execução por Green Belts. Como o Black Belt deve usar técnicas estatísticas mais complexas, é importante que ele use computador e software estatístico, o mais empregado sendo o Minitab. O programa ensina todas as técnicas importantes da metodologia DMAIC e algumas suplementares de organização, e sua versão “trial” é oferecida nos treinamentos IQA em Metodologia Seis Sigma.

Assim, convidamos todos a participarem desta evolução. E, como disse, a Metodologia Seis Sigma exige trabalho e dedicação, mas depois que passa a fazer parte da cultura da empresa, ficar sem é como regredir no tempo e voltar a produzir na base da tentativa e erro.

*J. G. Buchaim é coordenador de treinamentos em Metodologia
Seis Sigma do IQA - Instituto da Qualidade Automotiva



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Alexandre Akashi – alexandre@companhiadeimprensa.com.br 11.7672-7107

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