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 Release
26/02/2008
Muito além da multa

O uso de um capacete que não possui certificação é um risco desnecessário. Em um acidente, o barato sai caro. Um a cada três acidentes de trânsito no Brasil envolve motocicletas

Por Sérgio Kina*

Em 2006, o número de acidentes de trânsito no Brasil foi de 478.141, do montante 135.197 envolveram motocicletas, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Isso representa quase 30% do total. Um índice muito alto e que deve ser considerado na hora de se investir na segurança pessoal ao conduzir uma motocicleta. Quero dizer, em suma, que é preciso prestar atenção na escolha e uso correto do capacete, principal sistema de defesa do motoqueiro em caso de acidente.

Logo nos primeiros dias do ano veio à tona a polêmica do aumento da fiscalização sobre o uso de capacetes no Brasil, com a obrigatoriedade do selo e/ou etiqueta do INMETRO e a adoção de adesivos refletivos nas laterais. Neste tempo todo, muito foi falado sobre a multa, os pontos na carteira de habilitação, a necessidade dos adesivos em si, mas nem sempre foi comentada a importância que o selo do INMETRO representa.

O capacete é um dos poucos produtos da indústria automotiva para o qual é exigida, obrigatoriamente, uma certificação. Outros exemplos são pneus e cilindros do sistema para GNV. Isso significa que, para chegar ao mercado, os capacetes precisam, necessariamente, passar por diversos testes de resistência e durabilidade para comprovar sua eficiência. Uma vez aprovados, recebem um selo ou etiqueta que os identificam como produtos de qualidade comprovada.

O IQA (Instituto da Qualidade Automotiva) atua como organismo acreditado pelo INMETRO e, como tal, certifica produtos da indústria automotiva como capacetes, conferindo a eles o ‘selo’, a partir de análises técnico-laboratoriais de amostras do produto. O Instituto faz isso desde 1999, e todos os produtos certificados contam com a devida identificação de qualidade.

O motociclista deve ainda tomar cuidado ao adquirir capacetes importados. Com a queda do dólar o preço do produto ‘made in China’ torna-se mais atraente ao bolso do consumidor. Mas, é importante informar que as importadoras são obrigadas, por lei, a certificar cada lote que chega ao País, independente de a marca, modelo etc., já ter sido certificada uma vez. Nestes casos, a certificação é válida apenas para o lote específico.

O motociclista deve ficar atento a este detalhe não por causa da multa, mas principalmente pela segurança que o acessório representa à própria vida. O uso de um capacete que não possui certificação é um risco desnecessário. Em um acidente, o barato sai caro. Um a cada três acidentes de trânsito no Brasil envolve motocicletas. Com base nesta estatística, chego à conclusão que o único prejudicado ao driblar a fiscalização é quem utiliza produtos fora de especificação.

*Sérgio Kina é gerente técnico do IQA (sergio.kina@iqa.org.br)




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