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 Release
28/03/2016
Nesta quinta, 31, estudantes de 7 Estados nordestinos disputam a Baja SAE BRASIL-Petrobras, em São Paulo

Alagoas faz sua estreia na prova concorrendo com estudantes de 19 Estados e Distrito Federal, de 31 de março a 03 de abril, em São José dos Campos, São Paulo

São Paulo – Cerca de 150 estudantes de engenharia dos Estados de Alagoas - no Baja pela 1ª vez - Bahia, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Maranhão e Piauí participam da 22ª Competição Baja SAE BRASIL PETROBRAS, de 31 de março a 03 de abril, que este ano vem com novidades.

As mudanças incluem novos requisitos relacionados à segurança das operações e também um novo local para sua realização este ano, na cidade paulista de São José dos Campos-SP, em área ao lado da Fatec.

Das 13 as equipes inscritas que representarão a região Nordeste (são 74 no total) quatro são da Paraíba, três de Pernambuco, duas do Rio Grande do Norte, e Alagoas, Bahia, Maranhão e Piauí, com uma equipe cada. A região é a segunda em número de equipes inscritas este ano, depois do Sudeste. As equipes nordestinas têm mostrado evolução crescente no nível técnico e organização, aspectos essenciais ao Projeto Baja SAE.

Veja abaixo a relação completa das equipes.

As três equipes que melhor pontuarem na soma geral das provas da competição nacional poderão representar o Brasil na competição Baja SAE Tennessee Tech, de 14 a 17 de abril de 2017, em Cookeville, Tennessee, EUA.

Pernambuco – Com 30 estudantes, as equipes Mangue Baja 1 e Mangue Baja 2, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que conquistaram 2º e 3º lugar no pódio em 2015, aplicaram diferenciais nos carros, projetados com barras de torção na traseira para aumentar a estabilidade nas curvas. O desenho da carroceria e dos componentes foi desenvolvido por software de simulação. “Aliamos o projeto do MB1 e MB2 2016 às tendências mundiais de sustentabilidade, com estudos e análises para redução do consumo de combustível e da emissão de poluentes, alteramos as fontes de energia para baterias de lítio-polímero sustentadas por painel solar, menos agressivas ao meio ambiente que as baterias de chumbo”, conta Luan Fernando Ferreira Pinto, estudante do 9º período de Engenharia Mecânica e capitão da equipe.

Paraíba – Composta por 12 estudantes, a equipe UFPBaja Inobliterável, da Universidade Federal da Paraíba, investiu na otimização de componentes do carro ainda na fase de projeto seguindo a metodologia MDF (Modular Function Deployment), de sistemas modulares com interfaces desenvolvidas paralelamente, que, aliada a ferramentas de engenharia, permitiu estimar custos e analisar possibilidades de mudanças técnicas e econômicas benéficas ao projeto. “O protótipo foi desenvolvido pensando facilidades para produção em massa e para a manutenção”, aponta Luiz Henrique Pereira Regis, estudante do 5º Período de Engenharia Mecânica.

Rio Grande do Norte – A equipe Cactus Baja, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), apostou na segurança e na redução de peso do veículo, que teve o projeto redesenhado e carroceira construída em polipropileno cortado a laser, material de menor densidade, maior resistência ao impacto e de fácil moldagem, o que evita quebras na fixação. O carro conta ainda com módulo arduíno (controle interativo de sistemas) com sensores de velocidade que captam o sinal das rodas com maior precisão evitando falsa indicação de derrapagem, além de mostrador luminoso que avisa quando o nível de fluído de freio está abaixo do recomendado. “Começamos a participar em 2012 com melhores resultados a cada ano, nosso objetivo é o pódio em 2016, para isso trabalhamos até nas férias”, afirma o capitão Diego Gomes de Assis, que cursa o 6º período de Ciência e Tecnologia.

Piauí – A IFPI BAJA, do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia, trabalhou forte nos sistemas de transmissão, suspensão e elétrico do carro, com uso de tecnologias avançadas e materiais mais leves. “Aplicamos um sistema elétrico com aquisição de dados, sistema de transmissão com caixa de redução, e, pela primeira vez usamos um centro de usinagem CNC para aumentar a precisão na fabricação dos componentes. Além disso, usamos fibra de carbono para a proteção da CVT (Continuously Variable Transmission), ligas de alumínio e honeycomb (colmeias) em algumas peças, para mais leveza e resistência dos componentes” destaca Gustavo Silva, capitão da equipe.

Maranhão – Na expectativa por uma boa classificação a equipe Bumba Meu Baja, da Universidade Estadual do Maranhão, desenvolveu nova estrutura para o chassi e remodelou a suspensão do carro, além apostar em nova caixa de transmissão e na eletrônica. O time, composto por 20 estudantes de Engenharia de Produção e Engenharia Mecânica, usou tecnologia de simulação para realizar estudos do chassi e da integridade estrutural do veículo. “Nossas principais motivações são o amor pelo projeto, o ganho de conhecimento, e representar o nosso Estado, nos esforçamos muito por isso”, diz Natassia Batalha Pereira, 19 anos, 6º período de Engenharia Mecânica.

Bahia – Formada por 20 estudantes dos cursos de Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica, Engenharia de Produção e Engenharia de automação, a equipe Carpoeira Baja, da Universidade Federal da Bahia, desenvolveu um carro com aplicação de vinil na carenagem para maior qualidade no acabamento e resistência a intempéries, e apostou forte na eletrônica embarcada, agregando aplicativo do protótipo disponível para o sistema Android. Implantou ainda sistema de arrefecimento para diminuir aquecimento na transmissão CVT. “Queremos estar entre os top 15, aprender com mais esse projeto e ver o nosso trabalho dar certo”, ressalta Tomaz de Aquino Soares, 7° semestre de Engenharia Mecânica.

A competição - Somam 1.460 os estudantes de engenharia de cinco regiões brasileiras inscritos para a competição nacional 2016, em 74 equipes inscritas que representam 68 instituições de ensino superior de 19 Estados e Distrito Federal. Assistidos por professores das universidades, os jovens desenvolveram e construíram projetos inovadores de carros para a 22ª Competição Baja SAE BRASIL PETROBRAS. Além dos protótipos, as equipes são responsáveis pela administração e viabilização econômica do projeto.

Carros – Os veículos Baja SAE são protótipos de estrutura tubular em aço, monopostos, para uso fora de estrada, com quatro ou mais rodas e motor padrão de 10 HP, que devem ser capazes de transportar pilotos com até 1,90 m de altura, pesando até 113,4 kg. Os sistemas de suspensão, transmissão e freios, assim como o próprio chassi, são projetados e construídos pelas equipes, que têm, ainda, a tarefa de buscar patrocínio para viabilizar o projeto.

“Os programas estudantis da SAE BRASIL são uma experiência extracurricular que faz diferença na formação do engenheiro, pois introduzem a aplicação prática e sistêmica da tecnologia, desafiam a criatividade e a inovação, além de estimular o trabalho em equipe”, afirma o engenheiro Frank Sowade, presidente da SAE BRASIL.

22ª Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS
31 de março a 03 de abril de 2016
Av. Cesare Monsueto Giulio Lattes, s/n, Eugenio de Melo, São José dos Campos, ao lado da Fatec



Equipes na 22ª Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS

Total: 74 equipes inscritas • 19 Estados mais DF • 68 instituições de ensino


CENTRO-OESTE (1 estado + DF – 3 equipes – 3 instituições)

Distrito Federal (1 equipe / 1 instituição)
Universidade de Brasília (UnB) – equipe Piratas do Cerrado (carro 30)

Mato Grosso (1 equipe / 1 instituição)
Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) – equipe UFMTBaja SAE (carro 48)

Mato Grosso do Sul (1 equipe / 1 instituição)
Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) – equipe Baja Guaicurus (carro 69)



NORDESTE (7 Estados – 13 equipes – 11 instituições)

Alagoas (1 equipe / 1 instituição)
Faculdade Pitágoras Maceió – equipe Bode Guerreiro Baja (carro 68)

Bahia (1 equipe /1 instituição)
Universidade Federal da Bahia (UFBA) – equipe Carpoeira Baja (carro 63)

Paraíba (4 equipes / 3 instituições)
Instituto Federal da Paraíba (IFPB) – equipe Bajampa (carro 73)
Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – equipes UFPBaja Inebriável (carro 42) e UFPBaja Inobliterável (carro 43)
Universidade Federal Campina Grande (UFCG) – equipe ParahyBaja (carro 72)

Pernambuco (3 equipes / 2 instituições)
Universidade Fed. de Pernambuco (UFPE) – equipes Mangue Baja 1 (carro 2) e Mangue Baja 2 (carro 3)
Universidade de Pernambuco (UPE) – equipe Corisco (carro 17)

Rio Grande do Norte (2 equipes / 2 instituições)
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) – equipe Car-Kará (carro 10)
Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) – equipe Cactus Baja (carro 14)

Maranhão (1 equipe / 1 instituição)
Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) – equipe Bumba Meu Baja (carro 57)

Piauí (1 equipe / 1 instituição)
Instituto Federal do Piauí (IFPI) – equipe IFPI Baja SAE (carro 55)


NORTE (2 Estados – 3 equipes – 3 instituições)

Amazonas (1 equipe / 1 instituição)
Universidade do Estado do Amazonas (UEA) – equipe Baja UEA (carro 56)

Pará ( 2 equipes / 2 instituições)
Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) – equipe Bajara UFOPA (carro 70)
Universidade Federal do Pará (UFPA) – equipe Baja Tucuruí (carro 71)



SUDESTE (4 Estados – 44 equipes – 40 instituições)

São Paulo
Grande São Paulo – (12 equipes / 10 instituições)
Centro Universitário da FEI – equipes FEI Baja 1 (carro 4) e FEI Baja 2 (carro 5)
Instituto Mauá de Tecnologia – equipes Mauá 1 - MLR (carro 12) e Mauá STR (carro 13)
Instituto Tecnológico de Aeronáutica – equipe ITA Baja (carro 18)
Instituto Presbiteriano Mackenzie – equipe Mack Gear (carro 53)
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP)– equipe Poli Atlas (carro 16)
Faculdade de Tecnologia de São Paulo – equipe Fatecnólogos (carro 49)
Universidade Estadual Paulista – Unesp – equipe Pac Baja (carro 34)
Universidade Federal do ABC (UFABC) – equipe Baja UFABC (carro 37)
Universidade Paulista (UNIP) – equipe Gulin (carro 65)
Universidade São Judas Tadeu (USJT) – equipe Bajiganga (carro 59)

São Paulo / Interior – (11 equipes / 10 instituições)
Escola de Engenharia de Piracicaba (EEP) – equipe EEP Baja (carro 50)
Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESCUSP) – equipes EESC USP 1 (carro 7) e EESC USP 2 (carro 8)
Faculdade de Engenharia de Sorocaba – equipe Facens Baja Mud Racing (carro 62)
Fundação Hermínio Ometto – equipe FhoBaja (carro 61)
Universidade Estadual Paulista – Guaratinguetá – equipe Piratas do Vale (carro 11)
Universidade Estadual de Campinas - Campinas – equipe Unicamp Baja SAE (carro 15)
Universidade Estadual de Campinas – Limeira – equipe Torque Baja (carro 52)
Universidade Estadual Paulista - Ilha Solteira – equipe Tec-Ilha Baja (carro 35)
Universidade Federal de São Carlos – equipe Genau Baja UFSCar (carro 46)
Universidade Metodista de Piracicaba – equipe Baja Unimep (carro 33)


Minas Gerais – (10 equipes / 10 instituições)
Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFAST) – equipe Cefast Baja (carro 9)
Centro Universitário da Fundação Educacional Guaxupé (UNIFEG) – equipe Baja-Unifeg (carro 66)
Centro Universitário Newton Paiva – equipe camaleão (54)
Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais, Campus Juiz de Fora – equipe Corsários (carro 47)
Universidade Federal de Itajubá – equipe Saci (carro 26)
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – equipe Baja UFMG (carro 1)
Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) – equipe Inconfidentes Baja (carro 51)
Universidade Federal de São João del Rei ( UFSJ) – equipe Komiketo Baja UFSJ (carro 20)
Universidade Federal de Viçosa (UFV) – equipe UFVbaja-Pererecas (carro 64)
Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) – equipe Zebu Baja – UFTM (carro 36)

Espírito Santo – (3 equipes / 3 instituições)
Faculdades Integradas Espírito Santenses – equipe Faesa Baja (carro 45)
Instituto Federal do Espírito Santo (IFEP) – equipe SamaBaja (carro 39)
Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) – equipe Vitória Baja (carro 21)

Rio de Janeiro (8 equipes /7 instituições)
Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio de Janeiro (CFETRJ) – equipes Mud Runner 1 (carro 40) e Mud Runner 2 (carro 41)
Instituto Politécnico UERJ – equipe Caledônia Racing (carro 74)
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – equipe Reptiles Baja (carro 25)
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – equipe Minerva Baja UFRJ (carro 32)
Universidade Federal do Rio de Janeiro – Macaé – equipe Ali Babaja (carro 58)
Universidade Federal Fluminense (UFF) – equipe Tuffão Baja SAE (carro 23)
Universidade Federal Fluminense - Volta Redonda – equipe UFF Baja (carro 44)


SUL (3 Estados – 11 equipes – 11 instituições)

Santa Catarina (2 equipes / 2 instituições)
Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) – equipe Udesc Velociraptor (carro 6)
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – equipe UFSC Baja SAE (carro 24)


Rio Grande do Sul (6 equipes / 6 instituições)
Centro Universitário Univates – equipe Baja Univates Team (carro 38)
Faculdade Horizontina – equipe Sinuelo Fahor (carro 28)
Universidade de Passo Fundo (UPF) – equipe Mas Baja Tchê (carro 31)
Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) – equipe Baja de Galpão (carro 19)
Universidade Federal do Rio Grande (UFRG) – equipe Baja Furg (carro 67)
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) – equipe Bombaja UFSM (carro 27)

Paraná (3 equipes / 3 instituições)
Universidade Federal do Paraná (UFPR) – equipe UFPR Baja SAE (carro 22)
Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Curitiba (UTFPR) – equipe Imperador UTFPR (carro 29)
Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR Campus Cornélio Procópio) – equipe Procobaja (carro 60)





PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR

31 de março
8h30 às 9h30 – Briefing da competição
12h30 às 19h – Abastecimento, inspeções técnicas, re-check das inspeções técnicas e verificações de motor, conforto e freios.

01º de abril
9h às 19h – Abastecimento, inspeções técnicas, re-check das inspeções técnicas e verificações de motor, conforto e freios
9h30 às 19h – Primeira fase de apresentação de projetos.

02 de abril
9h às 11h – Primeira fase de apresentação de projetos
11h30 às 16h – Provas dinâmicas (capacidade de tração, aceleração e velocidade máxima, e “suspension and traction”) e repescagem de segurança
11h30 às 17h30 – Repescagem de conforto
11h30 às 18h30 – Repescagem de freios
16h20 às 19h – Finais de apresentação de projetos
19h – Briefing com pilotos

03 de abril – 9h15 – Formação da largada
10h às 14h – Enduro de resistência
15h – Encerramento





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 Perfil da empresa

A SAE BRASIL é uma associação sem fins lucrativos que congrega engenheiros, técnicos e executivos unidos pela missão comum de disseminar técnicas e conhecimentos relativos à tecnologia da mobilidade em suas variadas formas: terrestre, marítima e aeroespacial.
A SAE BRASIL foi fundada em 1991 por executivos dos segmentos automotivo e aeroespacial, conscientes da necessidade de se abrir as fronteiras do conhecimento para os profissionais brasileiros da mobilidade, em face da integração do País ao processo de globalização da economia, ora em seu início, naquele período. Desde então a SAE BRASIL tem experimentado extraordinário crescimento, totalizando mais de 6 mil associados e 10 seções regionais distribuídas desde o Nordeste até o extremo Sul do Brasil, constituindo-se hoje na mais importante sociedade de engenharia da mobilidade do País.
A SAE BRASIL é filiada à SAE INTERNATIONAL, associação com os mesmos fins e objetivos, fundada em 1905, nos EUA, por líderes de grande visão da indústria automotiva e da então nascente indústria aeronáutica, dentre os quais se destacam Henry Ford, Orville Wright e Thomas Edison, e tem se constituído, ao longo de mais de um século de existência, em uma das principais fontes de normas, padrões e conhecimento relativos aos setores automotivo e aeroespacial em todo o mundo, com mais de 35 mil normas geradas e mais de 138 mil sócios distribuídos por cerca de 100 países.

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