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19/09/2011
Empresas ‘criam’ mão de obra personalizada

Pirelli e Unimed ABC são exemplos de organizações que apostam nos jovens aprendizes para colher futuros líderes

Ter um profissional bem preparado e, principalmente, com a cara da empresa, é o sonho de qualquer organização. Algumas marcas conseguem a façanha de forma bastante simples: contratam aprendizes e passam a ensiná-los de acordo com a missão e princípios da empresa, e ainda realizam trabalho social. Caso da Unimed ABC, que adotou o caminho desde 1987 e conta, permanentemente, com 14 aprendizes no quadro de colaboradores.

Na empresa de saúde, muitos aprendizes foram efetivados durante os anos de parceria. “As contratações dependem da disponibilidade de vagas e do desempenho do aprendiz”, declara Maria Cristina Brigato Ponchio, analista de Recursos Humanos da Unimed ABC, que trabalha com a ABC Aprendiz (Corpo de Patrulheiros Mirins de Santo André), voltada à educação para inserir jovens no mercado de trabalho.

Para Maria Cristina, a preparação teórica que os jovens recebem na instituição de origem é grande importância. “Os aprendizes estão mais bem preparados, pois foram treinados, sendo assim estão prontos para a prática e para contribuir com resultados; o rendimento deles é bem mais rápido”, afirma a analista de RH.

A Pirelli também investe no menor aprendiz. “Aqui muitos iniciam a carreira como aprendizes e passam a atuar até como analistas e gerentes, com contratos regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho)”, afirma Antonia Magnusson, gerente de Recursos Humanos da Pirelli.

De olho no social, a fabricante de pneus busca, também, facilitar a inclusão do jovem no mercado e incentivar a qualificação profissional para o futuro dos adolescentes. “Para a Pirelli, a formação profissional não pode ser prejudicada. Nossa atenção é especial quando se trata de oportunidade de trabalho para o menor aprendiz”, acrescenta Antonia Magnusson.

Advogado tributário - No mesmo sentido, jovens buscam oportunidades educacionais para se destacar no mercado de trabalho e conseguir ingressar numa carreira promissora. Exemplo é o ex-aprendiz José Cavalcante, advogado especializado em Direito Tributário da Ecom Agroindustrial, exportadora de produtos agrícolas.

O advogado era um jovem de classe baixa que passava a maior parte do tempo na rua, sem objetivos. Quando descobriu que o Corpo de Patrulheiros Mirins de Santo André podia ajudar a conquistar o primeiro emprego não pensou duas vezes. “Não sei o que seria de mim se eu não tivesse passado pelos Patrulheiros”, assume Cavalcante, de 52 anos.

Em 1972, com apenas 13 anos, Cavalcante foi trabalhar como office boy interno da General Eletric, em Santo André; e já no ano seguinte foi fazer trabalhos administrativos na empresa, aprendizado que declara utilizar até hoje. “Enveredei depois para a área tributária estimulado pelo que aprendi no Corpo de Patrulheiros”, conta Cavalcante.

Com 240 aprendizes matriculados, provenientes de famílias com renda familiar de até 3 salários mínimo ou renda per capita de meio salário mínimo, o ABC Aprendiz, por meio do Programa de Capacitação Profissional Pré-Aprendizagem, possui índice de inserção de 70% e efetivação de 50% nas empresas.
“As empresas vêm descobrindo que também é negócio ‘criar’ o profissional, moldar com o seu jeito, do que só buscar gente pronta no mercado de trabalho”, diz Alexandre Pantoja, presidente da ABC Aprendiz, localizada em Santo André e com cerca de 60 empresas nos setores industrial, comercial e de serviços, na carteira de ‘clientes parceiros’.

ABC Aprendiz / Corpo de Patrulheiros Mirins de Santo André – Fundado pelo Rotary Club de Santo André, em 1962 e dirigido por rotarianos em voluntariado, o CPMSA é uma entidade filantrópica declarada de utilidade pública municipal e federal, filiada à Federação Brasileira de Patrulheirismo e registrada no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santo André. É voltada à educação para inserção de aprendizes no mercado de trabalho por meio da educação presencial, desenvolvida em paralelo com atividades realizadas no ambiente de trabalho e na entidade formadora nos termos da Lei da Aprendizagem (10.097/2000). O corpo administrativo é formado por administradores, pedagogos, comunicadores e outros profissionais. No início, as atividades se desenvolviam no pátio da delegacia de polícia, sob comando do tenente Xavier de Toledo e eram embasadas na cultura militar, daí o uso do termo patrulheiros do qual derivou “guardinhas”, que à época era associado aos jovens que prestavam serviços administrativos. No ano de 1982, o Corpo de Patrulheiros inaugura sua sede própria, onde permanece até hoje. Informações sobre a instituição também podem ser acompanhadas pelo www.twitter.com/@seliga_nessa e pelo www.facebook.com/abcaprendiz .



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Empresas contratam aprendizes e passam a ensiná-los de acordo com sua missão e seus princípios
Jovens buscam oportunidades educacionais para se destacar no mercado de trabalho e conseguir ingressar numa carreira promissora
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