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30/11/2009
Rio Grande da Serra ganha primeira associação de moradores para produção de artesanato

O grupo de artesãos do Fibras da Serra acaba de inaugurar sede própria na cidade para fabricação em escala comercial de produtos feitos com fibra de bananeira, matéria-prima abundante na região.

A cidade de Rio Grande da Serra acaba de ganhar uma nova opção para adquirir produtos diferenciados, bonitos e que ajudem a preservar o meio ambiente. Trata-se de uma associação de moradores da região chamada Fibras da Serra, iniciativa inédita, cujo objetivo é a produção em escala comercial de artesanato feito com palha e fibra de bananeira, como bolsas, cestas, bijuterias, artigos de decoração e outros frutos do talento e descobertas do grupo. O projeto de responsabilidade socioambiental e economia solidária, desenvolvido pela empresa Solvay Indupa junto às comunidades vizinhas da fábrica, pretende gerar fonte de trabalho e renda para as famílias envolvidas, além de ser exemplo de empreendedorismo 100% sustentável para o Brasil.

A sede da associação fica um galpão de 250 m², na rua dos Autonomistas, 357, centro do município. O trabalho envolve diretamente 30 pessoas da comunidade, maioria mulheres, num total aproximado de 170 familiares e, destes, mais de 40 prestam pequenos serviços ao grupo em grandes encomendas. “Todos têm algum talento para artesanato e muitos exercem a atividade para ajudar na renda familiar”, afirma Lisandre de Assis, coordenadora de Comunicação da Solvay Indupa e responsável pelo Fibras da Serra na empresa petroquímica.

ORIGINALIDADE - “Fibras é uma atribuição à matéria-prima, o pseudocaule extraído da bananeira, e serra é uma homenagem à Rio Grande da Serra, área de proteção aos mananciais onde há facilidade do plantio de bananal”, explica Maria Aparecida Falceti, presidente da associação e escultora de portas de madeira. O Fibras da Serra utiliza, como matéria-prima principal, derivados da bananeira descartados depois que a árvore dá frutos. “Reaproveitamos o material para extração de palhas e fibras para confecção de produtos”, adianta Aparecida Falceti.

Além de consultoria especializada, o projeto fornece apoio na aquisição de materiais e infra-estrutura para produção da palha e fibra e o desenvolvimento de derivados. “Esse apoio visa garantir a sustentabilidade do projeto até alcançar a fase da comercialização dos produtos”, diz Lisandre. No projeto, os integrantes têm funções fixas, distribuídas entre gestão, operacionalização e disseminação da arte. Para isso, receberam treinamento para desenvolvimento de produtos com valor estético e com processos de produção compatíveis com a condição ambiental da região. Isso inclui visitas técnicas e participação em seminários, eventos e feiras.

Desde que começou, o grupo aprendeu a extrair pigmentos de corantes vegetais e com eles tingir tecidos, e retirar fibra e palha de bananeira. Também descobriu novos métodos de secagem e armazenamento da fibra, como tecer a fibra em diferentes técnicas e produzir objetos de adorno e decoração com fibra de bananeira. Aprendeu a calcular o valor do produto para venda, iniciar a fase de comercialização e como produzir um catálogo de técnicas e produtos.

BANANAL – A plantação do bananal começa em dezembro e será feita em terreno da Prefeitura local (av.Francisco de Moraes Ramos, s/n, bairro Novo Horizonte), onde o grupo aprendeu, com orientação de engenheiro agrônomo, como dominar toda a operação de manejo, desde a preparação e correção do solo, compra e plantio de cerca de 800 mudas de banana prata (considerada pelo grupo como a mais apropriada para extração da fibra), adubação, eliminação de ervas daninhas até combate às pragas e retirada da matéria-prima. Isso envolve capacitação de mão-de-obra e planejamento de produção de bananas para viabilização de produção escalonada e de manejo otimizado dos pseudocaules. “É um processo que o grupo terá de dominar para a sustentabilidade do empreendimento”, comenta Lisandre de Assis.

Durante o processo educacional, os integrantes do Fibras da Serra desenvolveram até uma ‘carta de valores’, definida para avaliação contínua e apresentação para parceiros externos. São eles: união, iniciativa, capricho, organização, honestidade, auto-respeito e perseverança. Produzir belezas sem destruir a natureza, com geração de trabalho e renda e ingresso até no mercado internacional, está presente no dia-a-dia de cada integrante.

Para viabilizar a construção da sede, compra de maquinário (máquina de costura e teares) e a execução do plantio manejado do bananal, a Solvay Indupa investiu R$ 420 mil, financiados pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Mais R$ 150 mil foram investidos em formação e orientação do projeto, desde o início do projeto em 2006.

Responsabilidade Social - O ‘Fibras da Serra’ é um desdobramento de um dos programas de relações com a comunidade, o Química & Natureza, desenvolvido pela Solvay Indupa desde 1997, inicialmente atuava junto às escolas públicas com envolvimento também de lideranças comunitárias no entorno da indústria. O programa atuou no processo de organização e formação de espaços de discussão e elaboração de projetos sócio-ambientais. Assim, em 2006, formou-se um grupo com o objetivo de definir de uma linha de produtos com viabilidade mercadológica e que, também agregasse valor ambiental. Adotou-se trabalhar com a extração de palha e fibra de bananeira. O ‘Fibras da Serra’ faz parte de um conjunto de projetos sociais da Solvay Indupa, para a geração de emprego e renda, inclusão social, educação e cidadania, e melhoria na competitividade da economia e na qualidade de vida.

A SOLVAY INDUPA é uma companhia líder na produção de PVC e soda cáustica na região. Conta com escritórios em Buenos Aires – Argentina - e São Paulo – Brasil - e dois complexos industriais: um localizado no Pólo Petroquímico de Bahía Blanca, Argentina e outro em Santo André, Brasil. É cotada na Bolsa de Comércio de Buenos Aires desde 1961. Para mais informações visite: www.solvayindupa.com




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Telefones (11) 4435-0000 – 7204-1921

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Chapéus, bolsas, bijuterias e muitos outros artigos são produzidos com a fibra de bananeira
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Artesanato com fibra de bananeira é feito em escala comercial
 Perfil da empresa

Há mais de 60 anos no Brasil, o Grupo belga Solvay atua nos setores químico, plásticos e farmacêutico. Como fabricante de produtos químicos, desempenha papel decisivo nos processos industriais de seus clientes. A empresa também está presente no setor de plásticos, cuja abrangência possibilita as mais variadas aplicações. O Grupo Solvay possui seis empresas, uma delas instaladas no Pólo Petroquímico do Grande ABC: a Solvay Indupa do Brasil S/A, que produz soda cáustica, hipoclorito de sódio, PVC (Policloreto de Vinila) da marca Solvin ® e o polietileno de alta densidade ELTEX ®

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