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 Release
04/03/2009
Estudantes do Pará representam o Norte na Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS

Onze estudantes de engenharia da UFP construíram um carro para disputar a competição nacional, de 19 a 22 de março, em São Paulo

Entre 19 e 22 de março, cerca de 1,1 mil estudantes de engenharia de 14 estados do País, além de Brasília e Estados Unidos, participarão da 15ª Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS, em Piracicaba, SP. Na bagagem, as 73 equipes levarão um carro off-road cada (SAE Baja), projetado e construído nas instituições para avaliação de especialistas da indústria da mobilidade. Do Pará, além da distância (são quase 3 mil km de Belém a Piracicaba) e o desafio do projeto em si, a equipe Pará Pai D'Égua, da Universidade Federal do Pará (UFP), enfrenta a responsabilidade de representar sozinha a região Norte na competição.

“Será gratificante representarmos a nossa região em um evento que nos desafiou a desenvolver um projeto extremamente difícil, que é um carro funcional”, diz a estudante de engenharia mecânica Arielly Pereira, 24 anos e capitã da equipe, composta por mais 10 integrantes, todos eles homens. Uma das duas únicas capitãs na competição, Arielly participa da competição pela segunda vez.

Na estreia da equipe ano passado, o carro apresentou problemas e não participou do enduro de resistência, a última prova da competição. Isso só estimulou o grupo a rever o projeto. “Fomos atrás de literatura que pudesse nos fornecer mais conteúdo e, também, da simulação computacional”, conta a estudante, que trabalha com a equipe na melhoria do carro desde que voltaram em 2008 de Piracicaba.

Com estrutura tubular em aço, 200 kg de peso e capacidade para atingir até 60 km/h, o carro paraense teve algumas adaptações na direção e suspensão, para garantir melhor estabilidade nas curvas e impactos. “Os ângulos da direção foram modificados o que melhorou consideravelmente a dirigibilidade”, adianta Arielly, que enfrentou dificuldade em conseguir patrocínio para pagar os custos do carro e as despesas da viagem.

“O sacrifício é enorme, mas compensa, porque podemos desenvolver e construir um produto real para ser apresentado a profissionais que já atuam na indústria”, comenta a estudante, que espera se classificar para o enduro, a prova mais esperada - tem 4 horas de duração e é realizada no domingo.

Antes do enduro, porém, os SAE Baja passam por avaliação de projeto e testes de tração, aceleração e velocidade máxima. Além do Projeto Baja SAE, Arielly comanda também a única equipe do Projeto SAE AeroDesign dentro da universidade. A equipe Amazon Baja, do Centro Federal de Educação Tecnológica do Pará (Cefet-PA), se inscreveu na competição, mas desistiu por não conseguir peças do carro em tempo hábil.

Na 15ª edição, a Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS será realizada no ECPA (Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo). Ao final da competição, as duas equipes que conquistarem as maiores pontuações poderão representar o Brasil na Baja SAE Wisconsin, que será realizada pela SAE International, de 16 a 19 de junho, em Milwaukee, Wisconsin, nos Estados Unidos. Na competição internacional, que reúne mais de 100 equipes de diferentes países e é organizada há 40 anos, o Brasil é tetracampeão.

Besaliel Botelho, presidente da SAE BRASIL, afirma que o Projeto Baja SAE é um dos programas de maior sucesso organizados pela associação na capacitação dos futuros engenheiros,  no qual  estudantes são envolvidos em caso real de desenvolvimento de um veículo em todas as ações correlatas. "Além de praticarem os conceitos teóricos adquiridos em sala de aula, eles são submetidos às experiências da vida real, como trabalho em equipe, atendimento de prazos, busca de suporte financeiro para o projeto e atividades diversas, muitas delas em áreas não exploradas nos cursos  regulares, mas que incentivam a criatividade e o surgimento de lideranças", diz. Segundo Botelho, muitas empresas têm priorizado a contratação de ex-participantes do Projeto por terem a certeza de que eles estão bem preparados. "Isso comprova a importância da competição, um dos orgulhos da SAE BRASIL", completa.


15ª Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS

Equipes inscritas = 72 brasileiras + 1 dos EUA


SUDESTE

São Paulo (Interior) – (14 equipes / 12 instituições)
Escola de Engª de São Carlos da USP (EESC-USP) – equipes EESC-USP 1 e EESC-USP 2
Faculdade de Tecnologia de Sorocaba (Fatec Sorocaba) – equipe Nitro Baja Racing
Universidade Estadual Paulista de Bauru (Unesp Bauru) – equipe FEB-Unesp
Universidade Est. Paulista de Guaratinguetá – (Unesp Guaratinguetá) – equipe Piratas do Vale
Escola de Engenharia de Piracicaba – equipe Pirabaja
Universidade de Taubaté (Unitau) – equipe Bajeca
Faculdade de Engenharia de Sorocaba (Facens) – equipe Fase Racing
Universidade Est. Paulista de Ilha Solteira (Unesp Ilha Solteira) – equipes Tec-Ilha 1 e Tec-Ilha 2
Faculdades Anhanguera – equipe Quadrilha B
Faculdade de Tecnologia de Moji Mirim (Fatec Moji Mirim) – equipe Pandora
Universidade Paulista de Campinas (Unip Campinas) – equipe Águia
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – equipe Baja Unicamp

Grande São Paulo – (8 equipes / 4 instituições)
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) – equipes Poli Arsenal e Ecopoli
Centro Universitário da FEI – equipes FEI Baja 1 e FEI Baja 2
Instituto Mauá de Tecnologia – equipes Mauá 2 e Mauá 1
Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec SP) – equipes Fatecnólogos 1 e Fatecnólogos 2

Minas Gerais – (7 equipes / 6 instituições)
Centro Federal de EducaçãoTecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) – equipes Cefast 1 e Cefast 2
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – equipe Baja UFMG
Universidade Federal de Itajubá (Unifei) – equipe Saci Melpoejo
Universidade Federal de Uberlândia (UFU) – equipe Cerrado
Centro Universitário do Leste de Minas Gerais – equipe Galileu
Centro Universitário do Sul de Minas (UNIS) – equipe Bicho Minero

Espírito Santo (2 equipes / 1 instituição )
Universidade Federal do Espírito Santo – equipes Vitória Baja 1 e Vitória Baja 2

Rio de Janeiro (9 equipes /6 instituições de ensino)
Associação Educacional D. Bosco (ex-Faculdade de Engª de Resende) – equipes Aedbaja e Aedbaja 2
Universidade Federal Fluminense – equipes VR Baja e Tuffão
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) – equipes Poli Uerj Enquip e B.O.P.E. Baja
Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio de Janeiro (Cefet-RJ) – equipe Mude Runer
Universidade Federal do Rio de Janeiro – equipe Minerva Baja
Faculdades Católicas – equipe PUC Rio Baja


CENTRO OESTE

Distrito Federal (1 equipe / 1 instituição)
Universidade de Brasília – equipe Piratas do Cerrado

SUL

Santa Catarina (5 equipes / 4 instituições)
Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) – equipe Velociraptor
Universidade Federal de Santa Catarina – equipes UFSC Ilhéu e UFSC Uiraçu
Universidade da Região de Joinville (Univille) – equipe Ubaja
Instituto Superior Tupy – equipe Tupy Racing

Rio Grande do Sul (9 equipes / 8 instituições)
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) – equipe Tchê
Universidade de Passo Fundo – equipe Mas Baja Tchê
Universidade de Caxias do Sul – equipe Chimango
Universidade Regional Integrada – equipe Uribaja-05
Faculdade Horizontina (Fahor) – equipe Sinuelo
Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí) – equipe Bugio Racing
Universidade Federal de Santa Maria – equipes Bombaja A e Bombaja B
Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) – equipe Baja UNISC

Paraná (4 equipes / 3 instituições)
Universidade Federal do Paraná (UFPR) – equipes Piá de Baja e Piá de Baja 2
Universidade Tuiuti do Paraná – equipe Baja do Tio S/A
Universidade Positivo – equipe Tomelim


NORDESTE

Bahia (1 equipe / 1 instituição)
Universidade Federal da Bahia (UFBA) – equipe Carpoeira

Ceará (2 equipes / 2 instituições)
Universidade Federal do Ceará (UFC) – equipe Siará
Universidade de Fortaleza (Unifor) – equipe Mangabaju Racing

Paraíba (2 equipes / 2 instituições)
Universidade Federal da Paraíba – equipe UFPBaja Indubtável
Centro Federal de Educação Tecnológica da Paraíba (Cefet PB) – equipe Bajampa

Pernambuco (4 equipes / 2 instituições)
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) – equipes Mangue Baja 1 e Mangue Baja 2
Escola Politécnica de Pernambuco (Poli) – equipes Corisco 1 e Corisco 2

Piauí (1 equipe / 1 instituição de ensino)
Centro Federal de Educação Tecnológica do Piauí (Cefet-PI) – equipe Bajuina

Rio Grande do Norte (1 equipe / 1 instituição)
Universidade Federal do Rio Grande do Norte – equipe Car-Kará

NORTE

Pará (2 equipes / 2 instituições)
Universidade Federal do Pará – equipe Pará Pai D’Égua
Centro Federal de Educação Tecnológica do Pará (Cefet-PA) – equipe Amazon Baja

EUA
Rochester Institute of Technology (RIT) – equipe Tiger

15ª Competição Baja SAE BRASIL–PETROBRAS
Quando – de 19 a 22 de março de 2009
Onde - Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA)
Endereço – rodovia SP 135, km 13,5, bairro Tupi, Piracicaba, SP



Mais informações à imprensa:
Maria do Socorro Diogo - msdiogo@companhiadeimprensa.com.br
Estefania Basso – estefania@companhiadeimprensa.com.br
Juliana Santos – juliana@companhiadeimprensa.com.br
Telefone (11) 4435-0000

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 Perfil da empresa

A SAE BRASIL é uma associação sem fins lucrativos que congrega engenheiros, técnicos e executivos unidos pela missão comum de disseminar técnicas e conhecimentos relativos à tecnologia da mobilidade em suas variadas formas: terrestre, marítima e aeroespacial.
A SAE BRASIL foi fundada em 1991 por executivos dos segmentos automotivo e aeroespacial, conscientes da necessidade de se abrir as fronteiras do conhecimento para os profissionais brasileiros da mobilidade, em face da integração do País ao processo de globalização da economia, ora em seu início, naquele período. Desde então a SAE BRASIL tem experimentado extraordinário crescimento, totalizando mais de 6 mil associados e 10 seções regionais distribuídas desde o Nordeste até o extremo Sul do Brasil, constituindo-se hoje na mais importante sociedade de engenharia da mobilidade do País.
A SAE BRASIL é filiada à SAE INTERNATIONAL, associação com os mesmos fins e objetivos, fundada em 1905, nos EUA, por líderes de grande visão da indústria automotiva e da então nascente indústria aeronáutica, dentre os quais se destacam Henry Ford, Orville Wright e Thomas Edison, e tem se constituído, ao longo de mais de um século de existência, em uma das principais fontes de normas, padrões e conhecimento relativos aos setores automotivo e aeroespacial em todo o mundo, com mais de 35 mil normas geradas e mais de 138 mil sócios distribuídos por cerca de 100 países.

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