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 Release
20/02/2009
IQA atualiza e traduz manuais sobre o FMEA e as Regras de Certificação da ISO/TS

Publicações, voltadas para o setor automotivo, serão comercializadas com exclusividade pelo Instituto da Qualidade Automotiva a partir de fevereiro

As novas edições dos manuais ‘FMEA – Análise de Modo e Efeitos de Falha Potencial ’, da AIAG (sigla inglesa para o Grupo de Ação da Indústria Automotiva), e 'ISO/TS 16949:2002 - Regras para obtenção do reconhecimento IATF', da IATF (sigla inglesa para Força Tarefa Automotiva Internacional), chegam ao mercado na versão língua portuguesa. Os dois produtos foram traduzidos e adaptados pelo IQA (Instituto da Qualidade Automotiva) e serão distribuídos com exclusividade pelo Instituto.

O ‘FMEA – Análise de Modo e Efeitos de Falha Potencial – 4ª edição’ possui mais conteúdo, além de esclarecer dúvidas frequentes para a elaboração dos FMEA´s nas organizações. Uma novidade é o alinhamento entre os pontos em comum entre os dois principais tipos de FMEA – o DFMEA e o PFMEA. Outra mudança, de acordo com Sérgio Canossa, auditor e instrutor do IQA, é que a publicação também enfatiza que o FMEA é parte do APQP e não deve ser considerado como um evento único e individual.

“O FMEA é uma ferramenta fundamental para as empresas, pois ajuda na identificação de falhas em produtos e processos para que possam ser corrigidas e isso está ligado ao objetivo do APQP. Agora, com essa nova revisão, fica clara essa interação e também a importância do FMEA para a identificação dessas falhas”, diz Canossa.

A publicação também mostra que a eficácia do FMEA depende da atuação de diferentes departamentos da empresa. “A atuação de equipe multidisciplinar se faz necessária. Como o FMEA é uma técnica preventiva, ela gira em torno de conhecimento e experiência. Diante disso, o manual enfatiza que diferentes áreas na empresa podem contribuir com suas experiências, gerando mais qualidade para o processo”, explica.

O manual disponibiliza o modelo do formulário FMEA, mas a empresa não necessita seguir o padrão. “As formas com que são descobertas as falhas podem ser definidas pela empresa. O manual reforça que não existe modelo específico de FMEA, portanto, o seu formato está sujeito ao trabalho da equipe”, ressalta. Por fim, como no APQP, a nova edição do FMEA destaca que os requisitos de cada cliente devem ser considerados para se determinar os riscos. Deste modo, segundo Canossa, enxergam-se as expectativas e necessidades dos clientes para se realizar um trabalho focado nas necessidades dos mesmos.

Regras ISO/TS – A publicação, voltada para as empresas e profissionais envolvidos no processo de certificação, define o esquema de certificação IATF e substitui as “Regras 2ª Edição” e todas Interpretações Sancionadas (SI) e respostas às FAQ´s (Questões Feitas com Frequência) emitidas antes da publicação do manual. O manual também se alinha à ISO/IEC 17021:2006, norma internacional usada como base pela IATF para definir o esquema de certificação da ISO/TS 16949:2002.

De acordo com Sergio Hiroshi Kina, gerente técnico do IQA, a nova edição do manual está atualizada com as mudanças referentes aos critérios de acreditação e novas exigências do setor automotivo. “Outra mudança significativa está relacionada à facilidade de uso do manual”, destaca Kina.

No manual, os requisitos referidos como 'Regras', com relação à implementação da ISO/TS 16949:2002, incluem critérios para o reconhecimento dos organismos de certificação, seu processo de auditoria, qualificações de auditores e certificados. De acordo com o gerente, estes requisitos são obrigatórios aos organismos de certificação reconhecidos pela IATF para o esquema de certificação da ISO/TS 16949:2002. “Desta forma, devem ser compreendidos por qualquer cliente buscando a certificação ISO/TS 16949:2002”, diz o gerente técnico do IQA.

O manual ISO/TS 16949 e o FMEA serão temas de cursos organizados pelo IQA em 2009. As inscrições para os cursos estão abertas e podem ser feitas direto pelo site do IQA – www.iqa.org.br




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