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 Release
10/12/2007
Simpósio aponta novos rumos no estudo dos probióticos

Em simpósio realizado no Japão, pesquisadores apresentaram trabalhos relacionados às células epiteliais da mucosa intestinal

Ao longo das últimas décadas, vários pesquisadores conseguiram comprovar, por meio de estudos, a ação das bactérias probióticas para a estimulação do sistema imunológico dos indivíduos. Agora, os cientistas tentam demonstrar como o sistema imune responde a essa ação para se manter mais resistente aos ataques de bactérias patogênicas. Esse foi o principal assunto discutido durante a 16a edição do simpósio realizado em novembro em Tóquio, no Japão, com patrocínio da Fundação Yakult de Biociências, com o apoio do Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia do Japão.

Com o tema ‘Intestinal Flora and Gut Barrier System’ (Microbiota e Sistema da Barreira do Intestino), o encontro reuniu cientistas, médicos, profissionais de saúde e pesquisadores. A Yakult do Brasil foi representada pelo diretor Ryoju Misuno e pela gerente Yasumi Ozawa Kimura, do Departamento de P&D, e levou como convidado o gastroenterologista e diretor clínico do Hospital Santa Cruz, Luiz Maruta.

“Já é sabido que o intestino é o maior órgão do sistema imunológico e que tem importância fundamental para a saúde humana. O que os pesquisadores buscam, agora, é descobrir como as células de defesa localizadas no epitélio da mucosa do intestino são estimuladas através dos probióticos”, afirma a farmacêutica-bioquímica Yasumi Ozawa Kimura.

A especialista lembra que, quando um indivíduo ingere um produto com microrganismos probióticos – como os Lactobacillus casei Shirota, exclusivos da Yakult e base do leite fermentado que a empresa produz desde 1935 – a membrana que reveste os Lactobacillus confere resistência à passagem pelo suco gástrico do estômago e permite que eles cheguem vivos em grande quantidade aos intestinos.

“Antes, os cientistas achavam que os Lactobacillus liberavam apenas o ácido láctico e, como conseqüência, diminuíam a população de bactérias nocivas e a quantidade de toxinas por elas produzidas, favoreciam o aumento dos microrganismos benéficos e melhoravam o ambiente intestinal. Mas há evidências científicas de que existem outras substâncias presentes nesses microrganismos que estimulam as atividades das células imunológicas presentes nas células epiteliais da mucosa intestinal”, afirma.

Yasumi conta que os pesquisadores japoneses e europeus estão muito avançados nas pesquisas e que a Yakult investe pesadamente para desvendar outras propriedades dos Lactobacillus casei Shirota, tanto no Instituto Central de Pesquisas Microbiológicas localizado nos arredores de Tóquio, no Japão, quanto no Centro de Pesquisas da Yakult na Bélgica.

“A Yakult obteve sucesso na decodificação das bases seqüenciais do genoma do L. casei Shirota e trabalha para analisar os mecanismos em nível molecular das propriedades dos probióticos”, acrescenta. Atualmente, a Yakult desenvolve um método que permite visualizar os diferentes microrganismos em cores distintas por meio da técnica da fluorescência, e as suas diferentes características são identificadas em nível genético, sem a utilização dos tradicionais meios de cultura.




Mais informações à imprensa:
Adenilde Bringel - telefone 11 4432-4000
Maria do Socorro Diogo – Juliana Santos – telefone 11 4435-0000

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 Perfil da empresa

A Yakult é a precursora no segmento de alimentos com probióticos no mundo, com o Leite Fermentado comLactobacillus casei Shirota, lançado em 1935 no Japão e em 1968 no Brasil. A empresa possui um Complexo Fabril na cidade de Lorena, no Vale do Paraíba, onde mantém a produção de todo o portfólio disponível no Brasil.

Em Lorena, a Yakult produz o Leite Fermentado Yakult, o Yakult 40 e o Yakult 40 light, a sobremesa láctea fermentada Sofyl – os quatro com o exclusivo Lactobacillus casei Shirota –, o Suco de Maçã, o alimento com extrato de soja Tonyu, a bebida láctea combinada com suco de frutas Yodel e os alimentos adicionados com nutrientes essenciais direcionados ao público feminino e masculino Hiline F e Taffman-EX, respectivamente.

A empresa foi fundada no Japão em 1935 pelo médico e pesquisador Minoru Shirota que, após anos de pesquisas, conseguiu isolar uma cepa do intestino humano classificada posteriormente como Lactobacillus casei Shirota. A cepa deu origem a um leite fermentado contendo microrganismos probióticos capazes de regularizar a microbiota intestinal e que é, até hoje, o carro-chefe da empresa.

A matriz japonesa da Yakult completa 82 anos em 2017. Desde o início de suas atividades, em 1935, quando o médico Minoru Shirota criou o Leite Fermentado com o exclusivo Lactobacillus casei Shirota, a empresa sempre teve grande preocupação em desenvolver alimentos que pudessem beneficiar a saúde das pessoas. Por isso, mantém o Instituto Central Yakult, em Tóquio, no Japão, que realiza inúmeros estudos relacionados ao intestino humano.

A Yakult está presente em 37 países e regiões, além do Japão (incluindo escritórios de representação), e possui 35 mil comerciantes autônomas no Japão (conhecidas como Yakult Ladies) e 45 mil em 12 outros países. No mundo, mais de 37 milhões de pessoas consomem Leite Fermentado Yakult com Lactobacillus casei Shirota diariamente. A fábrica brasileira, localizada em Lorena, produz média de 2 milhões de frascos de Leite Fermentado Yakult com Lactobacillus casei Shirota por dia e é uma das mais modernas da companhia no mundo.

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