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 Release
02/03/2007
Estudantes de SP testam carros para a Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS

Oito equipes da Grande São Paulo projetaram e construíram veículos off-road, para disputar a Competição, que conta com 70 equipes inscritas, de 13 estados brasileiros, além de Brasília.

Oito carros projetados e construídos por estudantes de cinco faculdades de Engenharia da Grande São Paulo estão em fase final de testes para disputar a 13ª Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS, que será realizada de 15 a 18 de março, no ECPA (Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo). Em comum, os veículos estão mais leves e resistentes em relação ao ano passado.

A Escola de Engenharia Mauá, de São Caetano do Sul e vice-campeã em 2006, a FEI (Fundação Educacional Inaciana), de São Bernardo do Campo, que acumula três títulos nacionais e um internacional, e a Escola Politécnica da USP vão competir com dois carros cada. Já a UNIP (Universidade Paulista) e a Fatec/SP terão um carro por escola.

Estão inscritas na Competição 70 equipes, vindas de 53 importantes faculdades, de 13 estados brasileiros, além do Distrito Federal. As três equipes que alcançarem a maior pontuação, nas provas estáticas e dinâmicas, ganham o direito de representar o Brasil em junho na SAE Baja RIT, em Rochester, Nova York, EUA, realizada pela SAE International.

A busca por um carro mais leve foi uma das principais metas das equipes no desenvolvimento de quase todos os projetos. Motivada pelo 5º lugar conquistado em 2006 e confiante em voltar ao pódio, a equipe Poli Torpedo, da Poli/USP investiu em materiais como fibra de vidro no lugar de polietileno, para o carro chegar a 150 quilos, 15% mais leve que o projeto em 2006, e ainda melhorar a aerodinâmica. “Fizemos um minucioso trabalho”, adianta João Victor Sampaio, aluno do 3º ano de Engenharia Mecânica e capitão da equipe. A outra equipe da universidade é a Poli Kamikase, que construiu um protótipo totalmente novo.

A FEI desenvolveu nova suspensão traseira para melhorar a estabilidade dos veículos, e ainda criou sistema de telemetria para facilitar a comunicação dos pilotos com o box. Já as duas equipes da Mauá investiram no refinamento do projeto, com materiais leves, e retrabalho na gaiola do carro para melhorar a relação rigidez e peso. “A qualidade e robustez do projeto, e também a nossa experiência vão nos ajudar a ficar entre as três primeiras equipes colocadas”, destaca Thomas Strefan Günter, capitão da equipe Mauá 2.

Iniciativa da SAE BRASIL (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade), a Competição desafia os estudantes de Engenharia a projetarem e construírem um Baja SAE (veículo fora-de-estrada, com quatro ou mais rodas, capaz de atravessar terrenos de terra acidentados e que utiliza motor padrão de 10 HP). A Competição tem início com o envio de relatórios técnicos de cada projeto e segue, ainda em janeiro, com o desenvolvimento e construção do veículo quase sempre dentro das faculdades. Quando chegam em Piracicaba, os carros são submetidos a avaliação de itens como conforto do operador, produção em massa, integridade estrutural e originalidade, além de provas de tração, manobrabilidade, aceleração, velocidade máxima e subida de rampa com até 45º. Na última etapa, os carros enfrentam todas as deformidades de uma pista de terra, durante um enduro de quatro horas.

Em 2006, a equipe EESC-USP sagrou-se pentacampeã nacional da modalidade, entre 68 equipes inscritas. A segunda colocada foi a equipe Mauá 2, do Instituto Mauá de Tecnologia, de São Caetano do Sul (SP), seguida pela equipe DEMEC-08, da UFMG. Nos EUA, as equipes EESC-USP e Mauá 2 garantiram, respectivamente, o 5º e o 24º lugares, entre 115 equipes do Canadá, EUA, África do Sul, México, Venezuela e Coréia do Sul, além do Brasil. Nos EUA, o Brasil é bicampeão na categoria.

Vilmar Fistarol, presidente da SAE BRASIL, afirma que a Competição Baja SAE BRASIL é importante palco de descobertas de novos talentos da engenharia automotiva brasileira. Além disso, a competição vem ao encontro dos objetivos da associação. “Por meio do Baja SAE BRASIL, incentivamos a pesquisa estudantil e, com isso, aprimoramos o aprendizado dos futuros engenheiros brasileiros”, afirma Fistarol. “Todos os que participam da competição adquirem grandes chances de se destacarem profissionalmente após concluírem a graduação”, diz o presidente.

13ª Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS
Data: 15 a 18 de março de 2007
Local: ECPA (Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo) – rodovia SP 135, km 13,5, bairro Tupi, Piracicaba, São Paulo.

PROGRAMAÇÃO
Dia 15 e 16 – Provas estásticas
Dia 17 – Provas estáticas e dinâmicas
Dia 18 – Enduro, a partir das 10h



Mais informações à imprensa:
Maria do Socorro Diogo – msdiogo@companhiadeimprensa.com.br
Alexandre Akashi – alexandre@companhiadeimprensa.com.br
Danilo Gonçalves – danilo@companhiadeimprensa.com.br
PABX 11 4435-0000

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 Perfil da empresa

A SAE BRASIL é uma associação sem fins lucrativos que congrega engenheiros, técnicos e executivos unidos pela missão comum de disseminar técnicas e conhecimentos relativos à tecnologia da mobilidade em suas variadas formas: terrestre, marítima e aeroespacial.
A SAE BRASIL foi fundada em 1991 por executivos dos segmentos automotivo e aeroespacial, conscientes da necessidade de se abrir as fronteiras do conhecimento para os profissionais brasileiros da mobilidade, em face da integração do País ao processo de globalização da economia, ora em seu início, naquele período. Desde então a SAE BRASIL tem experimentado extraordinário crescimento, totalizando mais de 6 mil associados e 10 seções regionais distribuídas desde o Nordeste até o extremo Sul do Brasil, constituindo-se hoje na mais importante sociedade de engenharia da mobilidade do País.
A SAE BRASIL é filiada à SAE INTERNATIONAL, associação com os mesmos fins e objetivos, fundada em 1905, nos EUA, por líderes de grande visão da indústria automotiva e da então nascente indústria aeronáutica, dentre os quais se destacam Henry Ford, Orville Wright e Thomas Edison, e tem se constituído, ao longo de mais de um século de existência, em uma das principais fontes de normas, padrões e conhecimento relativos aos setores automotivo e aeroespacial em todo o mundo, com mais de 35 mil normas geradas e mais de 138 mil sócios distribuídos por cerca de 100 países.

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